[Prodeq-divulgacao] PRODEQ - Newsletter nº02

prodeq prodeq at eq.uc.pt
Wed Nov 4 10:33:39 WET 2020


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Newsletter nº02
Bem vindos à segunda edição

 
Editorial
 

 
A Indústria atravessa atualmente uma fase de transformação acelerada, acentuando-se o uso da informação digital na gestão de toda a cadeia de valor, enquanto se desenvolvem novos sistemas ciberfísicos, algoritmos de inteligência artificial, processos de manufatura aditiva, entre outros, que visam tornar as empresas mais competitivas num mercado global.

Qual o papel pretendido para o agente humano no futuro da indústria é neste momento uma questão que se coloca e que urge clarificar. Deverá a tecnologia do futuro almejar a “substituição” das pessoas ou “estender” as suas capacidades? 

Os desafios da anunciada revolução industrial em que nos encontramos serão discutidos nesta edição da Newsletter da PRODEQ. Destaca-se a organização de uma Workshop que reuniu destacados profissionais de diferentes origens do panorama industrial e académico nacional e internacional, e que têm contribuído ativamente para a evolução da tecnologia e amadurecimento dos conceitos subjacentes à Indústria 4.0. Nesta workshop, co-organizada pela PRODEQ, foram apresentados e debatidos temas variados, em mais um contributo valioso para a construção de uma visão esclarecida e atualizada sobre os desafios que se avizinham.

Outro acontecimento em destaque foi a workshop sobre Economia Circular – mais uma tendência incontornável da atualidade.

Muito interessantes são também as visões e experiências transmitidas por dois ilustres alumni do DEQ a Eng.ª Cristina Barros (Do Diagnóstico I4.0 à Inovação Produtiva) e o Doutor Pedro Loureiro (O DEQ no Mundo).

 
Boas leituras, muita saúde e até breve!

 
Marco S. Reis

Vice-Presidente da PRODEQ

Coimbra, 30 de Outubro de 2020 

 
Do Diagnóstico I4.0 à Inovação Produtiva
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O DEQ no Mundo - Do DEQ à Novozymes
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Atividades & Agenda
 <https://www.eq.uc.pt/~prodeq/news02.html#3>
Acontecimentos e Notícias do DEQ
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Do Diagnóstico I4.0 à Inovação Produtiva.
 

 
Em 2011, na Alemanha, é introduzido o termo “indústria 4.0” que é caracterizado pela introdução de sistemas ciberfísicos, inteligentes e interligados, nos processos de produção, na cadeia de valor, na relação com o cliente e no modelo de negócio.

Em 2013, França lança o programa “Nouvelle France Industrielle”, em 2014 a Finlândia o “Industrial Internet Business Production” e em 2015, Espanha, o programa “Industria Conectada 4.0”.

Em 2016, Portugal apresenta a iniciativa “Indústria 4.0” com 4 grupos de trabalho (Moda & Retalho, Automóvel, Turismo e Agroalimentar) e um conjunto de medidas e, em 2019, lança a Fase II desta iniciativa, com três eixos estratégicos (GENERALIZAR, CAPACITAR E ASSIMILAR) com o intuito de mobilizar investimentos na ordem de 600 milhões de euros, 20 mil empresas, capacitar mais de 200 mil trabalhadores e financiar cerca de 350 projetos.

Estas fontes de ignição são importantes para promover, em Portugal, a “transformação digital”, porém este processo apenas é possível se as organizações fizerem o exercício de analisarem o seu estado de maturidade e daí definirem uma estratégia de inovação produtiva que assegure o aumento do nível de conhecimento das pessoas, a sua capacidade produtiva, eficiência e eficácia.

O programa SHIFTto4.0 (shift4.isq.pt), que resulta de um protocolo de colaboração entre o ISQ, o IAPMEI e a Universidade de Aveiro, com o apoio do Eixo 3 do INCoDe.2030, propõe uma ferramenta de autodiagnóstico para apoiar as empresas na identificação de áreas críticas de intervenção e de investimento. De janeiro a dezembro de 2019 decorre um projeto piloto que visa testar este diagnóstico a uma amostra de 90 empresas (85% PMEs e 15% grandes empresas) de todas as regiões NUTS II de Portugal Continental.

Numa era i4.0 impõe-se assim às empresas e às pessoas que sejam capazes de:

1. Implantar, com recurso à automação e IoT (Internet of Things) um modelo de “smart factory”, que assegure um fluxo contínuo de informação, através da integração entre sistemas, máquinas, equipamentos e pessoas.
2. Definir uma arquitetura segura de dados, processos e sistemas de informação que preconize a digitalização das operações chave da cadeia de valor e permita medir, em tempo real, o desempenho e alertar para situações de desvios.
3. Promover a programação de lógicas implícitas de negócio que estão apenas “na cabeça das pessoas” em algoritmos que tornem explícito esse conhecimento.
4. Preconizar uma cultura Lean Digital, que centraliza informação e efetue um 5S digital de forma pragmática, para evitar redundâncias, informação obsoleta e para reduzir drasticamente atividades de valor não acrescentado.
5. Ter acesso a quadros qualificados e ter capacidade de os formar.
 
Esta transformação digital implica também uma mudança cultural e de atitude e a perceção clara de que “O mundo é plano” (Thomas L. Friedman, 2005) e que estamos num universo conectado e em constante evolução, sendo inevitável a realização de fortes investimentos para assegurar inovação produtiva e competitividade.

 
Cristina Barros 

Cristina Barros é licenciada em Eng. Química e Mestre em Instrumentação, Manutenção Industrial e Qualidade. É Professora Adjunta e Especialista em Engenharia e Gestão Industrial do IPLeiria. É sócia fundadora das empresas SINMETRO, AFERYMED e GUGGA onde é consultora de projetos de gestão estratégica, I&DT, inovação e reengenharia. É cocoordenadora do Eixo 3- Qualificação da Iniciativa INCoDe.2030. É mãe de três filhos e adora Trail Running.

 
O DEQ no Mundo - Do DEQ à Novozymes
 

 
Em 2000, com 18 anos, mudei-me para Coimbra para estudar Engenharia Química. Apesar da curta distância, para quem vem da Figueira da Foz, sentia que estava algo longe, ainda que fosse a casa quase todos os fins-de-semana. Somados 19 anos de ausência, ganhei outra percepção da distância. As viagens de comboio pelos campos e apeadeiros do Mondego são agora substituídas por viagens aéreas, com menos paragens, quando volto à Figueira. Já faz parte da complexa saudade, tão bem cantada em Coimbra, a beleza de subir e descer o rio de comboio aos solavancos com uma mala farta de afetos e sonhos para mais uma semana vibrante em Coimbra. Após 7 anos em Copenhaga, hoje não me sinto longe de casa. Além de todo o progresso tecnológico que nos mantém mais próximos, a experiência que se adquire ao trabalhar com colegas e parceiros espalhados por todo o mundo reforça a relatividade da distância física. Eu sou o Pedro Loureiro, vivo no norte da Europa, em Copenhaga, e trabalho como Science Manager na Novozymes A/S, empresa biotecnológica e líder mundial na produção industrial de enzimas.

No início do secundário considerei seguir Engenharia Química após ter lido um artigo no manual de Física e Química acerca das diferentes áreas de ação de um Eng. Químico. Era importante escolher algo que me desse um leque de opções alargado no qual o meu trabalho pudesse contribuir com impacto no nosso dia-a-dia com soluções inovadoras, a que hoje também chamo de sustentáveis. Apesar da química ser uma disciplina favorita, queria uma vertente mais aplicada, industrial e próxima do consumidor, daí ter preferido a engenharia.

Os dois primeiros anos em Coimbra foram mais efusivos, com novos amigos e descobrindo os encantos da vida estudantil na alta universitária onde frequentávamos a grande maioria das cadeiras em comum com outros cursos. Os restantes anos académicos decorreram no Pólo II, no DEQ, mergulhando nas disciplinas da especialidade. Eu decidi que queria aproveitar os anos passados em Coimbra e aprender engenharia química com gosto, sempre que possível. Este foi um compromisso lúcido numa perspectiva de não querer deixar esses verdes anos sem experienciar um pouco da boémia estudantil de Coimbra. Em alturas de maior pressão, com trabalhos e exames, não foi fácil conciliar esses dois pólos, mas com cedências e planeamento acabei por conseguir e estou satisfeito pelas decisões que tomei. A curiosidade e a sede de saber que me acompanha até hoje forçaram-me a tentar entender e a perspectivar a importância de cada disciplina no contexto da licenciatura. Gostava de ter um bom livro da especialidade como introdução, complementado pelas aulas teóricas. Ainda hoje, em contexto profissional, preciso de ter essa visão de helicóptero antes de aterrar em determinada tarefa.

Os anos de licenciatura no DEQ foram trabalhosos e, por isso, nem sempre fácil de conseguir esse equilíbrio do tipo work-life balance. Porém, sem dúvida que todo esse esforço me ajudou a alicerçar boas práticas de trabalho, a saber priorizar tarefas, a gerir o meu tempo e a ter uma comunicação clara acerca dos meus resultados. Houve muito treino no DEQ com apresentações de trabalhos, primeiro em acetatos e depois abraçando a era do PowerPoint. A partir do quarto ano, escolhi como disciplinas opcionais Materiais Poliméricos e Tecnologia da Celulose, procurando uma eventual maior diversidade de áreas de aplicação e mais foco em química. O meu primeiro trabalho de investigação no final do curso acabou por envolver estas duas áreas e foi o meu primeiro passo nesta caminhada profissional fazendo investigação. Os próximos passos foram dados durante o meu Doutoramento na área de Pasta e Papel no DEQ, DQ-UA e no RAIZ, enquanto bolseiro da FCT. Foram anos de muita dedicação e afinco para me tornar especialista na área do meu doutoramento e que me conduziu à posição que tenho hoje, estando muito grato por toda a aprendizagem e orientação que obtive no DEQ.

O doutoramento deu-me a possibilidade de expor o meu trabalho a nível internacional e de conhecer melhor a comunidade científica, fazendo networking e iniciando parcerias. Quando o terminei em 2011, queria algo mais estável do que o estatuto de bolseiro, sendo que no panorama português não parecia fácil uma posição na indústria. Escrevi um projeto e decidi concorrer a uma bolsa de pós-doc e com alguns infortúnios pelo caminho surgiu uma oportunidade de trabalho na Dinamarca como investigador com contrato permanente na Novozymes. Tinha de optar entre o pós-doc numa área próxima à do meu doutoramento ou mudar para outro país e experimentar a biotecnologia aplicada à pasta e papel. Esta foi para mim uma decisão difícil, mas da qual não me arrependo, a de emigrar para a Dinamarca.

Agora um pouco acerca do meu trabalho e do meu percurso na Novozymes. Estou integrado na divisão de “Technical Industries” que engloba “Forest Products”, “Water”, “Leather” e “Textiles”, mais concretamente no departamento florestal. Comecei por participar em projetos envolvendo a aplicação de enzimas para pasta celulósica, mas também para compósitos de madeira. Algum tempo depois, comecei a liderar projetos dentro das mesmas áreas, mas em diferentes segmentos, nomeadamente na área de pasta solúvel para produzir fibras têxteis. Tenho, assim, a possibilidade de interagir com outras industrias adjacentes à florestal. Lidero também a equipa de incubação de novos projetos para a área florestal, contribuo na gestão do portfólio de patentes além de apoiar tecnicamente aplicações já desenvolvidas, por exemplo em ensaios industriais e em reuniões com parceiros de desenvolvimento e comerciais. Continuo a seguir os avanços científicos na área e a participar em conferências internacionais sempre que possível.

Os nossos projetos de investigação são ambiciosos e geralmente envolvem parcerias com os maiores players globais. Além disso, podem cobrir áreas científicas diversas como engenharia de proteínas, engenharia genética, fermentação, formulação, bem como a parte mais estratégica de negócio, marketing, regulamentar, propriedade intelectual, segurança, etc. Além das competências técnicas, são igualmente importantes competências sociais, de liderança, de trabalho em equipa, entre outras. Neste âmbito, o DEQ e Coimbra ofereceram treino na parte técnica e de soft skills. Um aspecto diferente é o da cultura organizacional na Dinamarca comparativamente a Portugal. A cultura organizacional dinamarquesa é horizontal e com maior fluidez na interação entre colaboradores e chefias. Além disso, há um enorme respeito pela vida familiar o que permite uma grande flexibilidade para os pais poderem conciliar a carreira e a família.

A área florestal, especificamente a de pasta e papel, é muito fragmentada e diversificada a nível de produtos e processos e, por isso, há sempre algo de novo a aprender, seja na produção de papel higiénico, de impressão e escrita ou de embalagem. O mesmo se aplica às enzimas, pois há muitas classes e famílias de enzimas para testar e estudar. Estas são catalisadores biológicos com um enorme potencial na substituição e redução de compostos químicos nocivos, na redução de energia consumida em diversos processos industriais e no nosso quotidiano (por ex. em detergentes de lavar a roupa a temperaturas baixas) e ainda possibilitando novos produtos e alternativas mais sustentáveis. Ainda que a vertente de negócio esteja incorporada na decisão dos projetos a iniciar, há uma cultura de investimento em investigação fortemente enraizada para trazer inovação ao mercado e, portanto, gera-se maior espaço para a criatividade e aprofundamento da ciência por detrás dos novos produtos e aplicações. Colaborações em projetos internacionais financiados pela UE e outras instituições assim como parcerias em projetos de mestrado e doutoramento ajudam a preencher essas lacunas de conhecimento mais fundamental.

Ainda tenho à minha frente uns 30 anos de atividade profissional e, portanto, tudo pode acontecer. Tenho a vontade de poder experimentar outras áreas e estar em constante aprendizagem. No DEQ adquiri conhecimentos gerais de EQ e que me deixam à vontade e sem receio de avançar noutras direções fora da minha zona de especialidade/conforto. Assim o foi quando segui para o espaço biotecnológico sem ter à partida uma grande bagagem pois a disciplina de Engenharia Bioquímica era opcional durante a licenciatura. Porém, mais que saber é definitivamente importante saber como, onde e a quem perguntar e procurar esse conhecimento. As ferramentas estavam lá (estão cá). Obrigado Coimbra, obrigado DEQ!



 
Pedro E. G. Loureiro

 
 
Atividades & Agenda
 
Workshop
Advanced Production & Monitoring for the Industry 4.0
 

 
Teve lugar no passado dia 4 de Outubro de 2019, no Departamento de Engenharia Química da Universidade de Coimbra, o workshop:

Advanced Production & Monitoring for the Industry 4.0.

O evento decorreu entre as 9:00 e as 18:00 e contou com a participação de representantes da indústria, academia (nacional e internacional) e centros de investigação.

A Indústria 4.0 está a conduzir-nos a uma nova era em que o volume e diversidade de dados é maior do que nunca. Estes recursos permitem desenvolver e implementar novas abordagens avançadas de monitorização e controlo de processos que podem levar a melhorias na qualidade dos produtos e na eficiência dos processos produtivos. Esta workshop teve como objetivo discutir os desafios e tendências atuais da monitorização de processos do ponto de vista da indústria e da academia. A Sessão da Indústria focou-se nos atuais desafios e nas aplicações práticas da implementação de sistemas de produção avançados para a Indústria 4.O. Por sua vez, a Sessão Académica fez uma análise das mais recentes propostas e soluções implementadas para abordar os dados industriais com todas as suas características tendo em conta a complexidade dos sistemas e produtos a serem monitorizados, incluindo os novos processos aditivos e as grandes unidades industriais. Ambas as sessões terminarão com mesas redondas para promover a discussão entre os palestrantes e o público.

Participaram como oradores convidados e coordenadores dos painéis (pela ordem de intervenção):


Pedro Delgado (Bosch Car Multimedia)
Pedro Carreira (EDP Distribuição)
Francisco Lobo (CRITICAL Manufacture)
Alcibíades Guedes (Presidente do INEGI)/li>
Enrique Del Castillo (Penn State, USA)
César Toscano (Inesc Tec)
Marco Reis (Universidade de Coimbra)
Norberto Pires (Universidade de Coimbra)

Fizeram parte da comissão organizadora:


Marco Reis, Universidade de Coimbra
Henriqueta Nóvoa, Universidade do Porto
Tiago Rato, Universidade de Coimbra

 
Dia Aberto
Contribuição da Engenharia Química para a Economia Circular
 

 
A economia circular é uma megatendência global e irreversível. É um conceito estratégico que procura substituir a abordagem linear de utilização dos recursos por novos fluxos circulares onde se pretende manter o valor dos materiais pelo maior tempo possível. A produção de resíduos e a utilização de recursos são minimizados e, quando um produto chega ao fim de sua vida útil, é usado novamente para criação de mais valor. Este conceito incentiva a sustentabilidade e a competitividade a longo prazo, podendo trazer grandes benefícios económicos, contribuindo para a inovação, crescimento e criação de emprego.

Este evento abordou a contribuição da engenharia química para o fecho dos ciclos, identificou desafios e oportunidades, tanto no meio académico como na sua aplicação em diferentes setores industriais com elevado impacto ambiental e potencial para a circularidade.

Fizeram parte da comissão organizadora:


Licínio Ferreira
Carlos Cardoso
Carolina Pinheiro
Rafaela Rodrigues
Andreia Santos

 
 
Acontecimentos e Notícias do DEQ
 
SHIFT TO 4.0
Assinatura de Protocolo de colaboração com o IAPMEI
 

 
Foi assinado em 07 de março de 2019 o protocolo de colaboração para o lançamento e implementação do SHIFT to 4.0, uma iniciativa desenvolvida pelo ISQ em parceria com o IAPMEI, para aplicação da ferramenta de autodiagnóstico de maturidade digital a empresas. 

O projeto foi configurado com a colaboração da Prof.ª Cristina Barros na qualidade de Cocoordenadora Técnica do EIXO 3 do Programa INCODE 2030.

A implementação do SHIFT 4.0 permitirá a obtenção de um panorama do estado de maturidade das empresas portuguesas face aos desafios da Indústria 4.0, podendo, a partir dessa base ser identificadas oportunidades, boas práticas, ferramentas, medidas e ações que possam apoiar os processos de reflexão estratégica das empresas, em particular das PME, no seu percurso de transformação digital e reforço de competências nesta área.

Em paralelo, prevê-se que sejam reforçadas as competências específicas na “rede de consultores” parceiros, sendo disponibilizadas ferramentas adicionais para suporte ao trabalho de consultoria em matérias associadas aos processos de transformação digital e I4.0.

O SHIFT to 4.0 decorre em três fases:


# na primeira, em que será definida a metodologia de diagnóstico, é identificada a amostra que irá participar no exercício de diagnóstico, sendo, para tal, selecionado um conjunto de 80 empresas de diferentes dimensões e de setores relevantes para a economia nacional;
# a segunda fase será de operacionalização da metodologia definida na fase 1, sempre acompanhada de monitorização no terreno, de modo a, se necessário, serem realizados ajustes. Haverá também lugar à definição das ferramentas de apoio necessárias ao scale up do exercício de aplicação do diagnóstico (ex.: Roadmap de intervenção, textos de apoio sobre Indústria 4.0, templates de entrevista/relatórios, entre outros);
# na terceira fase, a fase de scale up do projeto, a ferramenta de autodiagnóstico da maturidade digital das empresas, será disponibilizada a todas as interessadas.

 
Assembleia Geral da PRODEQ
 

 
Decorreu no passado dia 29 de junho a Assembleia Geral Ordinária da PRODEQ. Este ano em modo virtual (video conferência) por causa da pandemia. O evento contou com a presença de diversos associados coletivos e individuais

Tendo tido a seguinte ordem de trabalhos:


1)	Informações;
2)	Apresentação, discussão e votação do Relatório de Atividades e Contas referentes ao exercício de 2019;
3)	Apresentação, discussão e votação do Plano de Atividades para 2020;
4)	Outros assuntos.

 

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