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O P T I M I Z A Ç Ã
O 2 0 0 0 - 2 0 0 1
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Para a resolução em LP os resultados foram
compilados na tabela 4.1: Tabela 4.1 – Resultados da resolução em LP.
A
partir destes resultados não podemos retirar conclusões muito significativas
uma vez que a hipótese de que todas as variáveis são reais não é válida.
Como se verá de seguida, estes resultados obtidos por relaxação são boas
aproximações apenas quando o espaço de possibilidades de resultados é
pequeno (ex: ORÎ{1,2,3,4}). Para a resolução em MIP os resultados foram
compilados na tabela 4.1: Tabela 4.2 – Resultados da resolução em MIP.
Na
sequência do que foi dito anteriormente, verifica-se que na secção de
cozedura o número de operários OC é, segundo a resolução LP, 20, e,
segundo a resolução MIP, 5 – o espaço de possibilidades de resultados é
grande, podendo OC variar entre 4 e 20. Já no caso das outras variáveis, os
espaços são bastante menores, e verifica-se que o arredondamento dos
resultados LP coincide com os resultados MIP. O
valor marginal obtido para OI1 (número de operários na inspecção nº1) é
de –3500. Isto significa que, por cada unidade (operário) aumentada seria
visível uma diminuição da função objectivo (lucro final) em 3500$00 (salário
diário de um operário). Conclui-se então que é redundante, em termos de
produtividade, a contratação de mais um operário - este não será um valor
acrescentado. Na
resolução LP detectou-se uma restrição activa no que diz respeito ao
número de operários na secção de cozedura (que se encontra no limite
máximo admissível). Quanto
ao lucro final, e como seria de esperar, obtém-se melhores resultados na
resolução LP (485 contos vs 358 contos). Isto porque, na resolução
IP, se está a adicionar mais restrições activas porque se força algumas
variáveis reais a serem inteiras (expansão de variáveis binárias). Como
resultados finais aceitamos obviamente os obtidos pela resolução MIP: Tabela 4.3 – Resultados finais.
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[ OPTIMIZAÇÃO DA
DISTRIBUIÇÃO DE OPERÁRIOS NUMA FÁBRICA ]
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